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terça-feira, 24 de setembro de 2013

TOP 10 – Os carros mais vendidos no primeiro semestre no Japão


É evidente o sucesso absoluto dos híbridos da Toyota, destacando-se em primeiro lugar o Prius (o mesmo vendido no Brasil por 120 mil reais), e em segundo lugar o Toyota Aqua (baseado no Yaris).
O Honda N-Box lidera na categoria dos kei cars e fechou em terceiro. Já a nova geração do Daihatsu Move, ultrapassou o famoso Suzuki Wagon R. O Nissan Note – lançado ano passado – teve boas vendas, deixando o Honda Fit para trás.
O monovolume da Honda teve uma queda expressiva nas vendas, porém, deverá retomar as boas vendas com a nova geração, que chegou recentemente ao mercado nipônico.

Segue abaixo a lista dos 10 carros mais vendidos no primeiro semestre no Japão:

1) Toyota Prius = 132.472
2) Toyota Prius C (Aqua) = 132.336
3) Honda N-BOX = 118.303
4) Daihatsu Move = 114.101
5) Suzuki Wagon R = 104.569
6) Nissan Note = 82.466
7) Daihatsu Mira = 80.097
8) Honda Fit = 72.191
9) Daihatsu Tanto = 70.364
10) Honda N-ONE = 66.131


quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Mercedes-Benz E250: traje esporte-fino para conquistar clientes mais jovens

Peça a qualquer fã de carros com menos de 30 anos para escolher entre Mercedes e BMW, e é bem provável que a resposta tenha apenas três letras. Desde a década de setenta a BMW vem associando sua imagem à esportividade e hoje colhe os frutos desse planejamento. A Mercedes, por sua vez, manteve-se conservadora até que se viu forçada a criar uma fórmula para atrair uma clientela mais jovem, que preferia os modelos da rival bávara. O novo Classe E é mais um dos ingredientes desta fórmula da juventude. Será que ele tem potencial para conquistar esse perfil de consumidor?
Não é de hoje que a Mercedes vem tentando se livrar do estigma de carro de “tiozão”. Nos últimos 20 anos a marca lançou versões AMG para praticamente todos os modelos (até mesmo do Classe S), apostou em conceitos mais jovens e esportivos como o SLK, o Classe A, a linha smart e o CLS, rejuvenesceu o Classe C com a versão cupê, e até voltou à Fórmula 1 com uma equipe própria.
Mas ainda faltava fazer algo por seu modelo mais tradicional: o Classe E, que viu o BMW Série 5 nascer, crescer e aparecer com o lendário M5. Aquele moleque bávaro abusado roubou a cena do figurão de Stuttgart.
Tradicionalmente a Mercedes submete seus modelos a um facelift depois de três ou quatro anos de mercado, mas no caso desta nona geração do Classe E (W212) as mudanças foram além dos retoques visuais. O modelo passou por uma reformulação no design, na gama de motores e até mesmo no posicionamento no mercado brasileiro, onde passa a ser oferecido apenas na versão Avantgarde, de inspiração esportiva.
O modelo de entrada, E250, deixa de usar o antigo 1.8 turbo de 206 cv e passa a ser equipado com um novo 2.0 turbo com injeção direta e sistema start-stop de 211 cv. O sedã E350 manteve o V6 de 3,5 litros, mas o motor foi atualizado para render 306 cv, em vez dos 292 cv da versão pré-facelift. A família ainda inclui os modelos E250 Coupé e E350 Cabriolet, trazidos ao Brasil para reforçar a proposta esportiva da Classe.
No começo do mês fomos à fábrica da Mercedes em São Bernardo do Campo para conhecer o modelo E250, e o avaliamos em uma viagem de 200 km até Campos do Jordão. Estas são nossas impressões sobre o novo Benz.

Por fora

O que mais chama a atenção são os novos faróis em peça única. À primeira vista se tem a impressão de que a Mercedes abandonou as luzes duplas, assinatura do modelo desde a sétima geração (W210), mas elas agora são simuladas por filetes de LED, com um aspecto mais tecnológico e contemporâneo, abandonando de vez a sisudez do conjunto antigo.

Os mais atentos devem ter notado as mudanças sutis no restante da carroceria. A curva saliente no para-lama traseiro, que fazia referência ao modelo “Ponton”, foi substituída por uma superfície plana marcada por vincos que deixaram a traseira mais esbelta e aerodinâmica. Esses vincos ajudam a melhorar o fluxo de ar pela superfície da carroceria, e o resultado é um coeficiente aerodinâmico 0,26, que não só permite que o sedã de 1.680 kg viaje em velocidades típicas das Autobahnen, mas também contribui para a economia de combustível.
Pela primeira vez a Classe E ostenta a estrela de três pontas na grade dianteira, uma assinatura dos modelos esportivos da marca. Para diferenciar as versões, a Mercedes lançou mão de três tipos de grade: o modelo tradicional, com filetes cromados e a estrela no topo do capô ficou reservada às versões mais sóbrias e comportadas, que não serão vendidas no Brasil. A grade com a estrela sobre duas barras horizontais cromadas caracteriza a versão Avantgarde, com apelo esportivo, enquanto a grade com uma barra horizontal cromada é reservada aos cupê, ao cabriolet e à versão AMG (que chega no segundo semestre).


Por dentro

O interior do Classe E sempre foi um equilíbrio entre o despojamento da Classe C e a sobriedade extrema da luxuosa Classe S. Nesta atual geração as linhas gerais do painel continuam distintas e elegantes — o relógio de ponteiro destacado no centro do painel reforça essa sensação —, mas para deixar claro que esta é uma versão com inspiração esportiva, a seriedade do interior é quebrada pelo visual do volante de três raios com empunhadura em couro perfurado e pelos instrumentos em copos individuais.

O modelo testado tinha o revestimento interno todo na cor preta — do forro do teto aos tapetes — com inserções de alumínio no console central, no painel e nas portas. Há também a opção de interior cinza, com apenas a parte superior do painel em preto, que deixa o habitáculo mais arejado, mas também tira um pouco do apelo esportivo da versão.


Além da ergonomia irretocável, é fácil encontrar a posição ideal de guiar com os ajustes elétricos dos bancos, espelhos e coluna de direção. Uma vez ajustados, basta salvar o ajuste em uma das três posições de memória.
A conveniência continua com o ar-condicionado de duas zonas e o sistema Comand online, com DVD player, navegador GPS em português de Portugal (que me avisou sobre as “portagens” e “rotundas” do trajeto) e tela de sete polegadas no topo do painel. O sistema pode ser controlado por um joystick e botões auxiliares no console central (foto abaixo) ou por uma tecla multidirecional no raio esquerdo do volante.
Para dar lugar ao joystick do sistema multimídia, o seletor do câmbio foi para a coluna de direção e as trocas manuais são feitas apenas por borboletas no volante, uma solução bem pensada e fácil de se acostumar.



Como anda, como corre

No percurso escolhido pela Mercedes-Benz, os pouco mais de 200 km que separam São Bernardo do Campo de Campos do Jordão, pude conhecer o carro em três situações distintas. Logo na saída da fábrica de caminhões de Mercedes, encarei o trânsito caótico da Grande São Paulo rodeado por caminhões e motos — um cenário tipicamente estressante, mas a bordo do Mercedes o bom isolamento acústico manteve a cabine silenciosa e tranquila e nas paradas mais longas a função HOLD mantinha os freios acionados sem a necessidade de manter o pedal pressionado. Ali também percebi o funcionamento suave do sistema start/stop, que deve ter economizado uma boa quantidade de combustível até alcançar a rodovia Ayrton Senna.
Nela começaria o segundo trecho da viagem, onde o E250 finalmente pôde esticar as pernas nas longas retas que atravessam o Vale do Paraíba, contrariando meu pré-conceito e comprovando que os 211 cv do motor quatro-cilindros são mais que suficientes para rodar com conforto e um mínimo de diversão ao volante. O carro roda em silêncio, e a suspensão ativa “Agility Control” usa válvulas hidráulicas para ajustar automaticamente a rigidez da suspensão de acordo com a velocidade, tipo de piso e tocada do motorista. No asfalto liso da rodovia só pude constatar que ela ajuda a manter o carro firme, sem balançar mesmo nos desníveis típicos de cabeceiras de pontes e viadutos.


Sendo observado pelos radares, usei o câmbio 7G-tronic no modo normal. Em velocidade de cruzeiro ele mantém as marchas altas para economizar combustível e proporcionar conforto, mas o carro nunca parece solto demais e a faixa de torque garante uma reserva de força quando seu pé direito solicita mais velocidade ao acelerador. Basta esbarrar no pedal e os 35,7 mkgf de torque colocam-se à sua disposição a partir de 1.200 rpm.
Com 4.300 rpm entre a entrega do torque e a potência máxima (produzida em 5.500 rpm) é fácil desenvolver velocidade e ultrapassar os limites de 120 km/h da rodovia. A arrancada também é razoavelmente vigorosa, e cada saída de pedágio tornou-se um teste de aceleração. A fábrica informa que os 100 km/h chegam em 7,4 segundos; em uma explicação mais prática você acelera e o carro corresponde às expectativas, chegando aos 120 km/h exatamente quando você gostaria.
Falando em pedágios, aqui vai uma dica preciosa: jamais use a cancela exclusiva para carros e motos. Elas são estreitas demais para os 2,07 metros de largura do Classe E, e foi preciso recolher os retrovisores e contar com ajuda dos sensores de proximidade lateral para não trocar tinta com a cabine de cobrança.


Depois de pouco mais de uma hora de retas e longas curvas, cheguei à sinuosa e panorâmica rodovia SP-123, que escala a Serra da Mantiqueira em uma subida de 1.100 metros em pouco mais de 30 km. O turbo mantém a potência total apesar da variação altimétrica, e o câmbio no modo Sport garante melhor controle na subida. Ele permite que você mantenha a marcha escolhida sem reduzir marchas para otimizar o consumo, nem subir as marchas antes das 6.500 rpm, evitando trocas de marcha indesejáveis ao contornar as curvas fechadas da serra.
Como o entre-eixos longo do Classe E pede um pouco de cuidado com a velocidade na subida, usar marchas mais altas pode conter momentaneamente a disposição que o carro tem para acelerar e você dá folga para os controles de estabilidade e tração. Aqui a suspensão ativa também mostra serviço: a carroceria rola minimamente e você percebe os limites da curva pela boa comunicatividade do volante (que tem relação variável) e pelo trabalho dos pneus. Foi uma surpresa agradável a forma com a qual o Classe E consegue fornecer feedback ao motorista sem perder o conforto que se espera de um Benz desse porte.


Bottom line


Com visual moderno, qualidade de condução e um bom pacote tecnológico o E250 está pronto para afastar o estigma de carro de tiozão e finalmente conquistar um público mais jovem. Contudo, no seu caminho está o arqui-inimigo BMW Série 5, que historicamente é mais associado à esportividade procurada pelo público-alvo da Mercedes. O concorrente direto do E250 é o 528i, que oferece um 2.0 turbo de 245 cv (e gira a 7.000 rpm) por R$ 242.750, embora não tenha um pacote tecnológico tão completo quanto o Mercedes. Talvez essa ainda não seja a hora da virada, mas é um grande passo na direção certa.

Ficha Técnica – Mercedes-Benz E250 Avantgarde

Motor: quatro cilindros em linha, longitudinal, 1.991 cm³, 16V, cabeçote com duplo comando de válvulas variável, gasolina, turbo
Potência: 211 cv a 5.500 rpm
Torque: 35,7 mkgf entre 1.200 e 4.000 rpm
Transmissão: automática de sete marchas, tração traseira
Suspensão: dianteira do tipo McPherson e traseira do tipo multibraços
Freios: discos ventilados, com ABS e EBD, função de pré-carregamento, assistente de frenagem e limpeza/secagem de discos
Pneus: 245/45 R17
Dimensões: 4,88 m de comprimento, 2,07 m de largura, 1,47 m de altura e 2,87 m de entre-eixos
Peso: 1.680 kg
Itens de série: ar digital de duas zonas Thermotronic, revestimentos de couro sintético, assistente ativo de estacionamento rodas aro 17, direção elétrica, bancos, retrovisores e coluna de direção com ajustes elétricos e memória, sistema multimídia “Comand” online com GPS, volante multifuncional, seis air bags, freios ABS com EBD, assistente de frenagem e pré-carregamento, controles eletrônicos de estabilidade e de tração, suspensão ativa automática, teto solar com abertura elétrica.
Preço: R$ 239.900 (julho de 2013)

fonte: www.jalopnik.com.br








Este Porsche de 1 milhão de quilômetros é usado todos os dias

Depois de rodar 45 anos, mais de 1,5 milhão de km, ter seu motor retificado três vezes, e ter sido roubado e recuperado, o Porsche 356 de Guy Newmark continua seguindo em frente. Do jeito que deve ser.
Embora esteja em condições impecáveis, o 356 de Newmark está longe de ser um adorno de garagem, como muitos de seus contemporâneos. Ele é usado diariamente por seu proprietário há anos, e ele sempre inventa um motivo para dirigir o carro.
Neste novo vídeo dos caras o Petrolicious, podemos ver como esse carro é ainda mais legal quando está em movimento. Legal também que ele voltou são e salvo para casa, pronto para sua festa de 50 anos em 2014.


terça-feira, 27 de agosto de 2013

Peugeot 308 ganha opção esportiva de 270 cv na Europa

Fabricante francesa levará para Frankfurt o hatch reformulado e a versão esportiva com o motor do RCZ




Conforme o WebMotors havia antecipado em imagens de projeção, o novo 308 será mostrado no Salão de Frankfurt, que acontece de 12 a 22 de setembro de 2013. Além de mostrar o novo hatch, a Peugeot divulgou imagens e informações do 308 R, modelo inspirado no conceito Onyx supercar.
 
Equipado com rodas de 19 polegadas e pneus 235/35 R19, a versão “racing” usa o motor de 1,6L, quatro-cilindros em linha, sobrealimentado, da joint-venture PSA-BMW, de 270 cv e 330 Nm (33,65 kgfm). Outros atrativos da versão estão na grade cromada, nos freios redimensionados com discos de 380 mm na dianteira e 320 mm na traseira e nos acessórios indutivos ao mundo das pistas.
 
Novo Peugeot 308
Um pouco mais “curto” (dois centímetros) e mais baixo (quatro centímetros) que o nosso 308, o novato tem 4,25 m de comprimento e 1,46 m de altura. Também mais leve que o seu antecessor em 140 kg, o recém-chegado terá um porta-malas de 470 litros, 40 a mais que o modelo vendido por aqui. Visualmente, o 308 de lá traz a mesma linguagem adotada pelos modelos 208 e 2008, que estreia no Brasil em 2014. A previsão é que o carro reformulado comece a ser vendido na Europa em janeiro do próximo ano.
 
Por aqui, a Peugeot não arrisca uma previsão para a chegada do reestilizado. Como o nosso 308, lançado em 2012, é fabricado na Argentina, com muitos equipamentos da família antecessora, é difícil que o hatch europeu aterrisse tão logo por aqui.




fonte: webmotors.com.br


Focus pode chegar ao Brasil com data de validade

Ford já trabalha para renovar visual do modelo na Europa; por aqui, sedã será lançado ainda neste ano.


Enquanto a Ford do Brasil prepara o lançamento do Focus por aqui, o braço europeu da marca já trabalha em sua reestilização no Velho Continente. É o que vemos nas imagens captadas pela agência Automedia.
 
Apesar da camuflagem ocultar justamente a parte dianteira, podemos notar que a grade superior está muito mais baixa do que a da geração atual do Focus. Também há uma diferença na posição do local onde é instalada a placa de identificação do veículo, também colocada mais para baixo.
 
As duas entradas de ar triangulares que aparecem no “nariz” do Focus atual parecem ter sido eliminadas nesta “mula” de testes. Talvez para que a Ford tenha certeza de que a nova grade não esteja afetando na refrigeração do motor.
 
O Focus reestilizado deve ser apresentado no início de 2014. 




sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Novo Sentra já no Brasil

Rede de concessionárias Nissan inicia a pré-venda do modelo no domingo (25)



A Nissan iniciará já no próximo domingo (25) a pré-venda da nova geração do Sentra no país. A informação foi dada pela marca nos EUA durante a apresentação do modelo para os jornalistas brasileiros, evento no qual o Carro Online é um dos poucos sites presentes.
 Inicialmente os interessados poderão conhecer o modelo e fazer a reserva apenas da versão topo de linha SL, que contará com motor 2.0 flex de 140 cv e câmbio CVT. O preço praticado será de R$ 71.990 e a Nissan, por enquanto, não dá muitos detalhes de equipamentos de série e opcionais. 
O restante da linha Sentra será disponibilizada aos brasileiros em outubro. O preço e configuração da opção mais acessível ainda não foram liberados.   







quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Polícia de Dubai tem as viaturas mais rápidas do mundo; assista

Chevrolet Camaro da polícia de Dubai; além dele há Ferrari, Lamborghini, BMW, Mercedes, Aston Martin...

Após anunciar a compra de carros como Lamborghini Aventador (700 cv), Ferrari FF (660 cv), Chevrolet Camaro (426 cv), Mercedes-Benz SLS AMG (571 cv) e até mesmo de um exclusivíssimo Aston Martin One-77 (750 cv), a polícia de Dubai (cidade mais populosa dos Emirados Árabes Unidos), anunciou esta semana que um Bugatti Veyron passou a integrar sua frota de viaturas.
Faz sentido a polícia local ter carros como estes? Faz. Afinal, Dubai é uma das cidades com a maior concentração de esportivos e superesportivos do mundo, e não seria fácil correr atrás de suspeitos ou bandidos com modelos como... os que a polícia brasileira usa, por exemplo. Veja este vídeo, elaborado pelos parceiros da produtoraZoomin TV, e conheça algumas dessas máquinas.
fonte: www.uol.com.br

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