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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Etanol de segunda geração começa a ser produzido em 2014



O Brasil começará a produção do etanol de segunda geração em 2014. O combustível derivado da cana-de-açúcar é feito a partir do bagaço da cana e de resíduos do processo industrial do etanol de primeira geração. A tecnologia permite produzir um volume 50% maior com a mesma área plantada.
As empresas Raízen – associação entre Shell e Cosan – e Granbio já estão construindo suas usinas para produção do etanol de segunda geração. Até o momento, apenas projetos experimentais obtinham essa versão do combustível. O processo consiste na conversão de celulose em glicose através de enzimas especiais, além de um processo de fermentação. As enzimas são feitas pela empresa Vonozymes (Dinamarca), que pretende investir US$ 300 milhões para construir uma fábrica no Brasil.
A Raízen (líder do mercado) promete converter 8 de suas 24 usinas para produção do etanol de segunda geração, extraindo assim 1 bilhão de litros do combustível por safra. Já a Granbio pretende exportar 50% do volume para o exterior, onde consegue incentivos fiscais mais generosos. A empresas quer construir 10 usinas até 2020 com capacidade total de 1 bilhão de litros por ano.

fonte: www.noticiasautomotivas.com.br

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Após vazamento de fotos, Ford apresenta Mustang 2015

Nova versão chega com um design mais agressivo e novas tecnologias de segurança




O Mustang talvez seja o modelo mais famoso da Ford, um carro que desperta paixões e cuja tradição tem suas raízes meio século atrás. Indispensável ​​em qualquer coleção, ele já apareceu inúmeras vezes em filmes, séries de televisão e jogos de vídeo game. Atualmente inclusive, na era da internet, o Mustang é o modelo com mais seguidores no Facebook. Por isso, o lançamento de sua nova versão chama tanta atenção. Após vazar algumas fotos do novo modelo, hoje, finalmente, a marca norte-americana apresentou a versão 2015 desse carro que já virou um mito.
Mesmo ainda faltando muito tempo para que a sexta geração do Ford Mustang seja visto nas ruas, esse se trata de um dos lançamentos mais importantes do próximo ano. Como seu lançamento está realmente marcado para o Salão de Detroit, que acontece em janeiro, a marca norte-americana preferiiu guarda alguns mistérios sobre o modelo. Assim, ainda não se sabe detalhes sobre a potência de seu motor, consumo, aceleração e novidades da nova versão. 
Em relação a sua aparência, pode-se dizer que o Mustang 2015 é quase tão longo quanto o seu antecessor, porém mais largo e mais baixo, dando um aspecto muito mais agressivo e esportivo ao modelo. Já sua traseira é o resultado de um misto entre referências a versões antigas, principalmente as de 1964/65, e alguns elementos do  Evos Concept.
Embora a potência específica de cada motor não tenha sido divulgada, a Ford confirmou que tanto o V6 de 3.7 litros quanto o 5.0 V8 serão mais poderosos. Com pelo menos 304 cv para o de seis cilindros e 395 cv para V8. Enquanto isso, o modelo intermediário L4 Ecoboost fornecerá uma potência de aproximadamente 309 cv. 
Outra inovação é a incorporação de sistemas que permitem a escolha de diferentes programas que modificam o comportamento de direção, motor, transmissão e controle de estabilidade de condução. Quanto à segurança, o modelo conta com tecnologias como alerta de tráfego cruzado e controle de cruzeiro ativo.

fonte: motordream.uol.con.br

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Lamborghini Veneno custa € 3 milhões para dono se gabar


A Lamborghini, fabricante italiana de esportivos sob comando da Volkswagen, anunciou no domingo (1) o preço oficial do fora-de-série Veneno Roadster, conversível baseado no cupê de mesmo nome: 3,3 milhões de euros, equivalente a R$ 10,5 milhões na cotação direta, sem taxas ou impostos. Atenção: UOL Carros não erroua cotação da primeira moeda e valor milionário realmente corresponde ao dinheiro do bloco comum europeu. O cupê descapotável é 300 mil euros mais caro que sua configuração com teto rígido.
Ao apresentar o cupê Veneno no Salão de Genebra, em março, a marca o apelidou de carro mais rápido da história de sua história, sem especificar se fazia menção ao fato do motor 6.5 V12 poder empurrar o modelo de 0 a 100 km/h em menos de 3 segundos e chegar à máxima de 355 km/h; ou à velocidade com que as três únicas unidades -- cada uma custando 3 milhões de euros -- foram vendidas, antes mesmo do carro ser mostrado no pavilhão da mostra suíça.
Agora, mostrou o Veveno Roadster sobre a pista do porta-aviões italiano Nave Cavour, estacionado no litoral de Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos), em evento feito para mostrar os predicados do modelo a "autoridades, clientes, VIPs e mídia". O local de apresentação faz sentido, já que o Oriente Médio é o maior mercado para superesportivos de luxo do mundo e os xeques deverão ser os primeiros na lista de interessados pela nove unidades a serem fabricadas.
Se o dito popular aponta que "onde passa um boi, passa uma boiada", a Lamborghini parece ter percebido como é fácil convencer estes milionários a entregar boa parte de sua fortuna por seus carros com nome de touro.

SINAL DOS TEMPOS
O caso da série Veneno é exemplar de como as coisas mudaram no mundo pós-crise econômica de 2008/09: os 300 mil euros de diferença entre o cupê e o conversível permitem, por exemplo, que um italiano coloque na garagem também um Aventador, que é equipado com o mesmo motor do Veneno, aliás, ainda que em configuração menos potente. Por lá, esta situação seria decisiva para que o carro encalhasse. Mas este tipo de comprador manda pouco ultimamente.
No mundo atual, temos duas situações determinantes no mercado automotivo: primeiro, o dinheiro da maior parte dos consumidores ficou mais curto, sobretudo no hemisfério norte, derrubando vendas de carros em mercados até considerados intocáveis, como Inglaterra, França, Japão e Estados Unidos, deixando marcas cada vez mais dependentes de mercados emergentes; segundo, um efeito colateral da primeira situação, se o consumidor comum ficou mais pobre, alguns poucos endinheirados viram o patrimônio aumentar e seu poder de compra valer muito mais, fenômeno registrado não apenas em países emergentes, mas também nos mercados principais. Se os ricos ficaram mais ricos, a venda de modelos de luxo não apenas sobreviveu à crise, como foi estimulada.

COMO SER DIFERENCIADO
No Brasil, por exemplo, o Aventador citado acima, desembarca do navio (ou do avião, em caso de maior pressa do interessado) tarifado em R$ 2.990.000, de acordo com atabela Fipe para o mês de dezembro. Mas o valor não bate nos R$ 3 milhões porque o cálculo de conversão dos 300 mil euros (que daria pouco mais de R$ 956 mil na relação direta deste começo de dezembro), pagamento de impostos e margem suposta de lucros (jamais revelada) leva a tal soma.
Este "valor mágico" é definido por um motivo menos matemático e mais nebuloso: fará de seu comprador alguém melhor que os outros -- alguém acima dos mortais incapacitados de pagar tanto. Traduzindo: cobra-se R$ 3 milhões por oferecer ao comprador a chance de se gabar por poder pagar R$ 3 milhões.
Situação semelhante ocorreu, por exemplo, com a Audi e seu superesportivo R8. Ocarro do filme "Homem de Ferro", como ficou mais conhecido, variou pouco de preço no Brasil, da estreia às atualizações mais recentes: o cupê é vendido por algo perto dos R$ 700 mil, enquanto o conversível encosta nos R$ 800 mil. Já a série especial e limitada R8 GT desembarcou com apenas três carros de cada configuração e preços até 35% mais salgados: R$ 1 milhão pelo cupê que passava dos 300 km/h, R$ 1,2 milhão pelo conversível que despertou atenção até do jogador Neymar, então no Santos.
Por quê R$ 1 milhão? Pelo simbolismo, justificou a Audi, mais preocupada à época com o marketing (que aliás funcionou, já que os carros se esgotaram antes da apresentação) do que com repercussões negativas.
E o que parecia ser a regra do clube dos carros de "seis zeros" válida apenas para o Brasil tornou-se um fenômeno global.
E não só a Lamborghini está nessa. A francesa Bugatti (também da Volkswagen) estica ao máximo a vida do esportivo Veyron, com séries especiais que custam até três vezes mais o valor do carro convencional (se é que é possível chamar de "convencional" um modelo com mais 1.000 cavalos), caso da Les Legends de Bugatti. A Ferrari saltou dos 230 mil euros pedidos pelo 458 Italia (R$ 1,5 milhão no Brasil) para 1,5 milhão de euros por cada uma das 499 unidades do super-híbrido La Ferrari.
Até mesmo marcas "comuns", como Ford e Renault, perceberam que a chave do sucesso está em atrair endinheirados com séries especiais, a ponto de criarem as submarcas Vignale e Initiale, respectivamente, como visto no último Salão de Frankfurt.



terça-feira, 8 de outubro de 2013

Honda CB 500F cria nova porta ao segmento premium a R$ 22 mil

CB 500F, CBR 500R E CB 500 X
Com a chegada da linha 500cc ao Brasil, onze meses após sua apresentação mundial no Salão de Motos de Milão 2012, a Moto Honda da Amazônia terá uma complexa e arrojada missão pela frente. O objetivo inicial é atrair os motociclistas que querem fazer o upgrade natural de uma 250/300cc para uma moto de maior capacidade. Mas a montadora também quer conquistar clientes de outras marcas, além de seduzir o público feminino, que desejava uma moto mais dócil que a radical CB 600F Hornet.

O LARANJA E O AZUL

  • Doni Castilho/Infomoto
    O Salão Duas Rodas 2013 também marca o debute da nova geração da superesportivaCBR 600RR. Redesenhada, a moto recebeu atualizações na carenagem lateral e também faróis maiores.

    O tanque de gasolina também foi redesenhado para acomodar melhor o peito do piloto e favorecer a postura de ataque.

    Por dentro, a CBR média continua com o propulsor de quatro cilindros em linha de 599 cm³, que continua gerando 120 cv máximos a 13.500 rpm. Entretanto, uma nova programação na ECU a deixou mais dócil para os pilotos novatos.

    No esquema de cores, o detalhe fica por conta da pintura Repsol alusiva ao modelo da MotoGP.

    TUDO AZUL
    A Honda apresentou também uma série comemorativa, a linha Flex One, com modelos equipados com o sistema bícombustível da marca (Biz, CG, Bros, CB 300R e XRE 300) pintadas nas cores azul e branca.
  • O preço é o mesmo das motos com cores normais. (Roberto Brandão Filho)
  • Doni Castilho/Infomoto
Para concretizar o plano, a Honda apresenta no Salão Duas Rodas 2013, de uma tacada só, a naked CB 500F, a superesportiva CBR 500R e crossover CB 500X. Os três modelos chegarão ao consumidor de forma escalonada, mas compartilham chassi, motor e ciclística, serão fabricados em Manaus (AM) e terão a maior rede de concessionária do país como apoio durante e após a venda.
Primeira novidade da linha, a naked CB 500F chega às lojas agora em outubro, após o Salão, com preços públicos sugeridos de R$ 22.000 (versão standard) e R$ 23.500 (com freios ABS). 
PROPOSTAS DIFERENTES
Para obter sucesso com a linha 500, a Honda focou seus esforços em seis pilares: conforto, versatilidade, fácil condução, custo/benefício, design moderno e promessa de bom desempenho. As novas CB 500F, CBR 500R e CB 500X chegam ao mercado com chassi em aço, do tipo Diamond, com dupla trave superior.
O motor é bicilíndrico, de quatro tempos, com 471 cm³ e 50,4 cv de potência máxima. Os pistões são forjados em liga de alumínio, ou seja, semelhantes aos utilizados na superesportiva CBR 600RR.
Na parte ciclística, a família recebeu o tradicional garfo telescópio na dianteira (120 mm de curso) e, na traseira, a suspensão monoamortecida do tipo Pro-Link (109 mm de curso), que oferece nove níveis de regulagens da pré-carga do amortecedor, nas versões CB 500F e CBR 500R. Claro que na versão mais aventureira, a 500X, o curso de suspensão e o ângulo de cáster serão maiores. 
Também é comum aos modelos o painel de instrumentos. As informações são passadas ao motociclista em mostrador digital: velocímetro, conta-giros, relógio, hodômetro (total e parcial), medidores de consumo de combustível instantâneo e média, além de indicadores de diagnóstico do motor.
Todas as versões receberam rodas em alumínio fundido calçadas com pneus de medidas 120/70 ZR-17 na frente e 160/6 ZR-17 na traseira.
Apesar de a linha ter sido concebida por meio de soluções que buscam eficiência e economia, faltou ousadia na criação do desenho do escape, simples demais para uma família tão radical.




segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Koenigsegg One:1 terá velocidade máxima de 450 km/h


A batalha pelo recorde de velocidade para carros de produção seriada continua acirrada. A Koenigsegg prepara o superesportivo One:1 para atingir 450 km/h. Com essa velocidade, o bólido sueco conseguirá bater o recorde oficial do Bugatti Veyron Super Sport, que atinge 415 km/h.
Além disso, o Koenigsegg One:1 deverá bater recordes de aceleração de 0 a 200/300/400 km/h. E tem mais, a marca sueca pretende ir de 0 a 400 km/h em apenas 20 segundos, 35 segundos menos que o Bugatti Veyron! O modelo tem motor V8 5.0 twin-turbo com 1.400 cv. Vai cumprir o prometido? Vamos esperar para conferir.


quinta-feira, 26 de setembro de 2013

NEED FOR SPEED TRAILER FILME 2014 !!!

Preso por um crime que não cometeu, mecânico de automóveis "mucle car" e street racer Tobey (Aaron Paul) sai da prisão decidido a acertar as contas com o homem responsável por sua falsa convicção.

Diretor: Scott Waugh

Atores: Aaron Paul, Dominic Cooper, Imogen Poots, Scott Mescudi, Ramon Rodriguez, Michael Keaton, Rami Malek, Dakota Johnson, Harrison Gilbertson

Data lançamento: 14 de março de 2014        

(Informações do video)




terça-feira, 24 de setembro de 2013

GIGANTES DO SOM AUTOMOTIVO !!

Boa Noite, tarde ou dia galera vou postar logo abaixo videos dos caminhões e carretas com SOM AUTOMOTIVO espalhados pelo Brasil !


* CARRETA TREME-TRME *





*CONSTELLATION G2*




*CONSTELLATION POWER*




*CAMINHÃO TREME-TREME vs CAMINHÃO TREME-TUDO*




*CAMINHÃO COMANDA SOM*




*CAMINHÃO DO GATO*


                                     



*CAMINHÃO QUEBRA TUDO*


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