Páginas

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

FOCUS FOI O CARRO MAIS VENDIDO NO SEMESTRE

Relatório de vendas aponta hatch médio no primeiro lugar do ranking global



Conforme balanço de vendas do primeiro semestre de 2013 divulgado pela consultoria JATO Dynamics do Brasil, o hatch médio Ford Focus foi o modelo mais vendido no mundo no período, com 523.904 unidades vendidas e bem aceito na China e Estados Unidos. Preferido pelos americanos e canadenses, o utilitário F-Series foi o segundo veículo mais vendido globalmente se incluirmos esta categoria. Na terceira colocação está o Hyundai Elantra – conhecido na Coreia como Avante – com crescimento significativo de 32,3% se compararmos o mesmo período de 2012. O Chevrolet Cruze foi o quarto modelo mais vendido e seu mercado principal foi a China e os Estados Unidos. O Volkswagen Passatou Magotan como é chamado na China, ocupou a quinta colocação do ranking.O modelo chinês Sunshine Series perdeu várias posições apresentando queda de 45,1% em relação ao ano anterior, se posicionando na sexta colocação. Apesar de ser o segundo modelo mais comercializado nos EUA, o Toyota Camry apareceu em sétimo lugar no ranking mundial. O primeiro colocado em vendas na Alemanha, oVolkswagen Golf, segue logo abaixo na oitava posição, a frente do Volkswagen Jetta e Ford Fiesta, em nono e décimo lugar, respectivamente.

Desempenho das marcas 
A Toyota fechou o primeiro semestre de 2013 na liderança em vendas mesmo com queda de 2,1% se comparado ao ano passado. A Volkswagen segue em segundo lugar com aumento de 8,5% nas vendas. Logo em seguida vêm a Ford e a Chevroletcom aumento de 10,5% e 2,5% no acumulado de janeiro a junho se comparado a 2012, respectivamente.
Vendas globais 

A China continua em primeiro lugar no ranking global de vendas, ultrapassando a marca de 9 milhões de carros vendidos no semestre, com crescimento significativo de 18,4% se comparado ao mesmo período de 2012. Em segundo lugar aparecem os Estados Unidos, com aumento de 7,6%, e o Japão, na terceira colocação, com um queda de 8,1% em relação ao ano anterior. Os dados chineses incluem apenas veículos de passeio. Para o restante dos países os números englobam carros e comerciais leves. 
O Brasil subiu para a quarta posição em comparação ao ano de 2012 com aumento de 4,6% nas vendas no acumulado de janeiro a junho. A Alemanha agora em quinto lugar obteve resultado negativo de 8,1% nas vendas do semestre em relação ao ano anterior. Os dois países pertencentes ao grupo BRIC, Índia e Rússia, ficaram na sexta e sétima colocação com redução de 7,9% e 5,7%, respectivamente. 
Invertendo as posições com relação ao primeiro semestre de 2012, a Grã Bretanha subiu para a oitava posição com crescimento de 10,1%, enquanto que a França, ainda sofrendo com a crise econômica, obteve queda 10,9% se comparado ao mesmo período do ano passado. O Canadá entrou novamente para a lista dos 10 maiores mercados no mundo, deixando a Itália de fora, apresentando aumento de 2,3% nas vendas.



quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Lamborghini anuncia Gallardo LP 570-4 Squadra Corse

Edição especal é inspirada na versão de competição Super Trofeo

A Lamborghini revelou nesta quarta-feira (31) a Gallardo LP 570-4 Squadra Corse, modelo que fará sua estreia diante do público durante o próximo Salão de Frankfurt, em setembro. Trata-se de uma versão habilitada para as ruas, mas similar à Super Trofeo, esta voltada apenas para competições.

A Squadra Corse é equipada com motor V10 de 570 cavalos de potência. Em termos aerodinâmicos, conta com aerofólio traseiro em fibra de carbono, que gera três vezes mais downforce do que na LP 560-4.



O capô também é em fibra de carbono. Por sinal, a utilização dos materiais mais leves também em outras partes, como os bancos esportivos, faz com que o peso final do carro seja de 1.340 kg, 70 kg mais leve do que a LP 560-4.

A Gallardo LP 570-4 Squadra Corse acelera de 0 a 96 km/h em 3,4 segundos e alcança a velocidade máxima de 320 km/h.

fonte: quatrorodas


sexta-feira, 26 de julho de 2013

MINI Countrymen Steampunk

A Carlex Design, empresa polonesa de personalização de carros, apresentou no começo do mês um MINI Countrymantunado bem diferente.



Em vez de deixar o carro mais futurista e esportivo, o carro ficou no estilo steampunk. Para quem não sabe, o steampunk foi um estilo muito usado de ficção científica dos anos 80 e 90, que levava aparatos tecnológicos atuais como se fossem construídos no passado apenas com a ciência descoberta até aquela época.
Para chegar nesse estilo, o carro adotou uma pintura foscaem dois tons de cinza, linhas em bronze nas laterais, além da cor dominar ainda o teto do carro e a cor das rodas, que foram substituídas por modelos raiados famosos nos anos 30. Os faróis e vidros foram escurecidos para valorizar ainda a cor e o brilho.


Mas se o exterior do carro já impressiona, é o interior que faz personalização do carro parecer ser uma viagem no tempo. O bronze domina o painel, volante, câmbio e pedais enquanto que os bancos são de couro na cor marrom. Detalhes em textura de madeira completam o ar “old fashion” do carro.

fonte: www.nitrando.com

Chevrolet Tracker confirmado para outubro no Brasil

A nova geração do utilitário esportivo Tracker foi apresentada oficialmente pela Chevrolet.

As vendas do modelo acontecem a partir do mês de outubro e por enquanto será trazido do México até que sua produção seja nacionalizada ano que vem.


O novo Tracker é feito na mesma plataforma usada nos modelos Cobalt, Onix e Prisma. Seu motor será o 1.8 Ecotec 16V Flex de 140/144 cv com duas opções de câmbio, manual de cinco velocidades ou automático de seis marchas.

Com 4,24 m de comprimento, 1,77 m de largura, 2,55 m de espaço entre-eixos e 358 litros de porta-malas, o Tracker será mais um no disputado segmento de utilitários urbanos compactos, hoje liderado pelo Ford EcoSport e Renault Duster.

O novo Chevrolet Tracker, também chamado em Trax em outros mercados, terá na versão topo de linha: teto solar, seis airbags, sistema multimídia MyLink e rodas de liga leve aro 18". Sua faixa de preço pode ficar próximo dos R$ 70 mil.




quarta-feira, 24 de julho de 2013

Brasil novamente é tema sobre preços altos nos EUA – Preço do Gol é destaque

Novamente os americanos conhecem um pouco do panorama brasileiro, onde os preços são enormemente altos em comparação com os EUA. O New York Times destacou algumas situações interessantes em nosso país, sendo que o preço do Volkswagen Gol vendido aqui foi comparado com o mesmo modelo oferecido no México.
Aqui, o Volkswagen Gol custa a partir de US$ 16.100, enquanto seu similar no vizinho dos americanos começa em US$ 11.926. Bom, o modelo exportado para o país latino tem motor 1.6 e é mais equipado que a versão 1.0 de entrada do compacto no Brasil. Já que o artigo do jornal americano falou dessa versão mexicana do campeão de vendas, ficamos curiosos em saber o quanto custa manter o popular naquele país.
O Volkswagen Gol no México tem revisões a cada 15.000 km, diferente do praticado aqui no Brasil, que é a cada 10.000 km. Lá, a revisão de 15.000 km custa 1.290 pesos ou R$ 229. Já a de 30.000 km sai por R$ 323, voltando para R$ 229 aos 45.000 km e finalmente custando R$ 543 na de 60.000 km. Ou seja, um custo total de R$ 1.324. O Gol “brasileiro” tem custo de R$ 1.796 para revisão da versão 1.0 sem ar condicionado, mas duas primeiras com mão de obra grátis.
Além do Volkswagen Gol, o artigo do NYT comparou preços de outros produtos no Brasil e nos EUA, que embora estejam fora do foco do NA, decidimos citar alguns deles. A matéria cita o smartphone Samsung Galaxy S4, que por lá custa US$ 615 e aqui sai pelo dobro do preço. Um berço na Tok & Stok custa aqui US$ 440, enquanto um equivalente na Ikea dos EUA sai por seis vezes menos.

Eles também falaram do bom e velho BigMac. Um morador de São Paulo capital, precisa trabalhar 39 minutos para comprar um lanche, enquanto um habitante de Chicago não precisa de mais de 11 minutos para fazer o mesmo. O mesmo vale para o iPhone, que na capital paulista exige 106 horas de trabalho para ser adquirido, enquanto em Bruxelas não mais de 54 horas.
O NYT também mencionou os 88 nacionais e as 46 novas normas tributárias em nível diário, bem como os fatores que contribuem para o alto preço dos produtos no país. Carga tributária onerosa, imposto de renda que permite aos ricos pagar menos, cultura de aumento de preços do consumidor (por causa das eras inflacionárias do passado), falta de infraestrutura adequada para transporte de mercadorias, entre outros.
Por fim, o artigo ainda menciona o grande fluxo de brasileiros que gastaram em média US$ 2,2 bilhões em maio no exterior, somente fazendo compras de artigos mais baratos lá fora, sendo o maior volume desde 1969, quando começaram a ser contabilizados os gastos internacionais. E claro, sem contar o contrabando de mercadorias pelos aeroportos, citando uma tripulação americana que foi pega pela Receita Federal trazendo 14 smartphones, 4 tablets, 3 relógios de luxo e vários videogames para revender. Enfim, esse é o retrato do Brasil lá fora. E como você vê o país do lado de dentro?
fonte: www.noticiasautomotivas.com.br

Citroën mostra primeiras imagens do C-Elysée WTCC

Carro de competição tem motor 1.6 turbo

A Citroën revelou as duas primeiras imagens do C-Elysée WTCC, modelo que será apresentado no próximo Salão de Frankfurt, programado para o mês de setembro. Como o nome sugere, este é o carro que será utilizado no World Touring Car Championship.

O C-Elysée WTCC tem spoiler dianteiro em fibra de carbono, capô ventilado, saias laterais revisadas, difusor e grande spoiler traseiros. As rodas de liga-leve são de 18 polegadas, revestidas com pneus Yokohama.

O motor que equipa o veículo é o 1.6 turbo de quatro cilindros, entregando 380 cavalos de potência e 40,8 kgfm de torque. A transmissão é sequencial de seis marchas, com tração dianteira. Vale lembrar que o peso total do modelo é de 1.100 kg.



Fonte: Quatro rodas

segunda-feira, 22 de julho de 2013

A versão de três portas puxa o desfile da nova geração do A3 no Brasil

Por Péricles Malheiros | Fotos Marco de Bari | 07/2013



Grade frontal enorme, faróis com leds, vincos na carroceria: ao repetir na nova geração os atributos da antiga, o Audi A3 ficou discreto. E isso não é nenhum demérito, afinal o modelo briga no segmento dos hatches premium, terreno onde a racionalidade tem se destacado como a arma mais eficaz para a conquista do consumidor. O A3 que você vê na foto acima é o primeiro representante da terceira geração a desembarcar, vindo da Alemanha. O estreante A3 Sport, de 115 000 reais, traz, além da carroceria com três portas, motor 1.8 turbo de 180 cv e um interior repleto de tecnologia. 

A Audi do Brasil não fala oficialmente sobre a possibilidade de fabricar o novo A3 por aqui, mas uma fonte ligada à marca entrega o estágio atual das conversas sobre o tema. Produzir o A3 e a sétima geração do Golf na unidade de São José dos Pinhais (PR) é uma das alternativas, uma vez que ambos são montados na plataforma MQB, a base multiproposta que o Grupo Volkswagen desenvolveu para aumentar o ganho de escala. "O casamento que tivemos com a Volkswagen no Brasil, entre 1999 e 2006, produzindo justamente A3 e Golf, teve um saldo muito negativo para a Audi. O divórcio é muito recente e isso acabou gerando uma corrente contra a ideia de refazer a parceria. Ao mesmo tempo, há gente graúda que gostaria que esse plano fosse colocado em prática com urgência. Produzir o A3 no Paraná permitiria à Audi colocar modelos nacionais nas lojas antes da BMW e Mercedes, que ainda precisam estabelecer suas fábricas", diz nossa fonte. Os modelos mais cotados para a nacionalização são o Sportback, que chega em julho, e sua derivação sedã.

Por fora, a terceira geração lembra bastante a segunda. No perfil, saltam aos olhos os vincos mais assumidos, com destaque para o volume superior, que nasce junto ao farol e segue pelo para-lama, pela porta (abaixo do retrovisor e acima da maçaneta) e ganha a traseira, morrendo na superfície da lanterna. Os faróis do A3 Sport mantêm a tradição da marca e exibem leds que cumprem o papel de luz diurna. Na dianteira, o para-choque menos arredondado confere um ar mais agressivo.

Por dentro, os sinais de evolução são mais evidentes. Montado na nova plataforma MQB, a mesma do Golf de sétima geração, o A3 - e demais produtos nela baseados - poderá oferecer itens típicos de categorias superiores. Na Europa, por exemplo, o A3 terá piloto automático adaptativo, mas, por enquanto, esse atrativo não será oferecido por aqui. Ainda assim, o A3 Sport é bem equipado. Ar digital bizona, teto solar panorâmico, airbags (frontais, laterais e de joelho para o motorista), controles de estabilidade e tração, sistema multimídia, direção elétrica e rodas aro 17 são os principais equipamentos de série. O sistema de navegação por GPS (com instruções de voz em português do Brasil) é o único opcional. Esse equipamento acompanha o sistema com capacidade de reconhecimento de escrita manual - para fazer uma ligação, basta que o motorista "desenhe" o número desejado com o dedo sobre um botão no console. Além da quantidade de atrativos, o A3 esbanja qualidade. A tela retrátil acima das saídas centrais de ventilação é fina, de alto brilho e, ao toque de um botão, se oculta de maneira silenciosa, sendo encoberta por uma tampa plástica bipartida. Ou seja, é um sistema que remete a uma qualidade superior à aplicada pela Mercedes-Benz no Classe A, onde é fixa, pequena e de menor definição.

Com motor 1.8 turbo de 180 cv e câmbio DSG (com dupla embreagem e sete marchas), o A3 fez bonito na pista. Adotando o procedimento padrão da prova de aceleração para os carros sem controle de largada - acelerador pressionado até o fim, da imobilidade aos 1000 metros -, o A3 registrou 7,7 segundos de 0 a 100 km/h. Com tempo distante dos 7,2 segundos divulgados oficialmente pela Audi, apliquei o "truque" (conto como se faz adiante) dos pilotos da marca e o tempo baixou para 7,4 segundos. 

Com motor 1.8 turbo de 180 cv e câmbio DSG (com dupla embreagem e sete marchas), o A3 fez bonito na pista. Adotando o procedimento padrão da prova de aceleração para os carros sem controle de largada - acelerador pressionado até o fim, da imobilidade aos 1000 metros -, o A3 registrou 7,7 segundos de 0 a 100 km/h. Agora você deve estar querendo sabem como é o truque, não? Pois bem: com o câmbio em neutro e o pé esquerdo sobre o freio, pressiona-se rapidamente o acelerador e, enquanto a rotação sobe, coloca-se a alavanca em Drive. A partir daí, a aceleração é plena. Lothar Werninghaus, consultor técnico da Audi, diz: "Há diversos sistemas de proteção do motor e da transmissão. Não importa o que o piloto faça, a eletrônica sempre irá evitar evitar danos por sobreesforço". Seja lá como for, segurança acima de tudo: a manobra não é indicada para ser feita fora do ambiente da pista de testes.





Fonte: Quatro Rodas 

Postagens populares